"Estadão" ou "O Globo"? ou "Encontrando-me aleatoriamente com o Pacheco num 'ponto de mutação' do aeroporto de Brasília"

De wikITA

Brasília/DF, sábado, 04 de setembro de 2010.


Caros e nobres coléguas ;-),

Na quinta-feira passada, 02/09/2010, fui almoçar sozinho no restaurante-café recentemente instalado no terminal 2 do aeroporto de Brasília, que fica a uns 200 metros das instalações da Divisão de Aeronavegabilidade da ANAC, onde estou atualmente trabalhando. Não é rotina minha ir lá almoçar mas, nesse dia, pretendia retornar rapidamente ao trabalho, razão pela qual caminhei até lá.

Terminado o repasto, ao sair do terminal 2, avistei a nova "banca" de revistas alí instalada e resolvi não me apressar tanto, dando uma paradinha para olhar as notícias nos jornais e folhear algumas revistas. Após algumas "folheadas", decidi comprar uma revista e um jornal "O Estado de São Paulo", que era, por sinal, o último disponível, restando ainda um único "O Globo". Na minha dúvida, metodicamente cartesiana, fiquei com o "Estadão". Mas, depois, pensei com meus botões se não deveria ter considerado também, nesta decisão, as relevantes argumentações a respeito do acaso, modeladas pela mecânica quântica, e da teoria de sistemas, brilhantemente debatidas em "O Ponto de Mutação", livro de Fritjof Capra (1983), cujo filme de 1990 assisti há poucos dias... ;-)

Ocorre que, ato contínuo, estando a pagaire a minha conta no caixa, avistei um senhoire pegando o último jornal, o tal "O Globo" que restara, e dirigindo-se à fila liderada por mim ;-), para também pagar (essa tal de "teoria das filas" é mesmo fantástica...:-), percebi tratar-se, para minha surpresa, de ninguém mais nem menos que o caro gajo Carlos Américo, o Pacheco da turma 79 (e não o famoso cartógrafo das Américas), que embarcaria em seguida em voo da Azul, um dos que esta (ainda jovem) empresa passou a operar recententemente em Brasília, com destino direto para Campinas.

Conversamos por uns 5 a 10 minutos como se tivéssemos nos encontrado pela última vez no dia anterior. E, como sempre ocorre com os velhos amigos e colegas da turma 79, parece que tudo sempre flui num permanente "continuum" (e passo a acreditar que é fato, mesmo). Contei-lhe um pouco da minha ainda recente caminhada na ANAC (2 anos) e falamos sobre alguns assuntos e pessoas relacionados ao tema REGULAÇÃO, sem nos esquecermos do iteanal véi de guerra :-). Despedimo-nos, eu falando-lhe rapidamente sobre "Aeronavegabilidade" e "Espaçonavegabilidade" ("Spaceworthiness", este verbete, por sinal, que recentemente ousei criar na Wikipedia em português e em inglês), dizendo-lhe para dar um abraço nos colegas aí em São Paulo, Campinas e São José, quando os encontrasse e, obviamente, desejando-lhe uma ótima viagem.

Enquanto ele entrava na área de embarque e eu retornava para a nossa Divisão de Aeronavegabilidade da ANAC, fui relembrando quantas histórias, iteanas ou não, foram necessárias, e continuam sendo, para que o iteano Pachecão ;-), e qualquer outro cidadão, pudesse retornar tranquila, segura, aeronavegável, econômica e expeditamente para as terras campineiras, num joseense Embraer ERJ-190....

Como eu disse para ele na ocasião, foi um "presente dos deuses" encontrá-lo naquela minha rápida e casual paradinha na "sala de revistas", ops... , digo, na banca de revistas... rsrsrsr.... (esse H8 parece que ampliou muito suas fronteiras - aliás, Brasília parece mesmo um enorme CTA... precedida por este nos traçados Niemeyerianos por todos os lados, tem até as cigarras, além da forma de .... avião... :-).

Ao Pacheco e demais colegas, reitero o meu ...

Grande abraço.

Seth Emanuel C. Melo F. - ELE-79

Postado aqui em 05/09/2010, às 04:10.


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