Cláudio Ermel Ferraz

De wikITA

1963
No almoço anual da turma,
Clube Helvetia, SP, 17/10/08

Formou-se na especialidade Motores, e no início de sua carreira trabalhou na Motores Perkins.

Foi Juiz Internacional de Regatas da International Sailing Federation (ISAF) e da Confederação Brasileira de Vela e Motor (CBVM).

Tradutor de diversos livros sobre Vela.

Cláudio faleceu em 30/10/18.


Em 23/11/18 o Colega Bandel fez a coletânea abaixo de declarações do Cláudio sobre si mesmo, que ele enviou ao grupo de e-mails Itaturma63; as observações do Bandel estão em itálico.


O Ferraz (Fru-Fru) foi um dos primeiros colegas da turma a casar (com a Gudrun, filha do prof. Schmidt, sua namorada desde os primeiros dias de ITA). Ele recordando:


Desde a primeira brincadeira dançante, não me lembro se foi no barzinho da praça de esportes ou se foi na Associação na cidade, quando o Conjunto do ITA tocava para vocês dançarem (Rebite na guitarra, Contopoulos no Baixo de Pau, Garrafinha na bateria, o Quintaes de Nickteroy e meu double no piano...


Casou cedo e foi o primeiro bisavô da turma. Durante o tempo do ITA, frequentava o Aeroclube e o CVV e participava das atividades musicais. Mais uma recordação dele:


Já faz bastante tempo, ‘conversei’ sobre os meus 'causos’, primeiro com o brevet do Paulistinha, depois com os planadores. Falamos sobre minha queda, quando destruí um Grunau, mas felizmente tive só pequenas escoriações nas pálpebras. Numa semana de férias, na mesma semana em que destruí o Grunau, fui para Bertioga, e numa falha ridícula, não consegui ‘segurar’ o cabo de reboque. No fim da história foi parar no meio de uma rua vazia, no centro da cidade.   Mas com certeza, em minha coleção, tive muito mais prazer tocando piano ou qualquer outro instrumento nas 'brincadeiras' na cidade, no CTA e por todo esse mundo afora quando e onde pude curtir o imenso prazer de ensinar a moçada a tocar qualquer instrumento.


Profissionalmente ele lembrou:


Acho que eu deveria detalhar minha carreira, principalmente com os colegas da Perkins, Massey Ferguson, Metal Leve, Jakko e várias consultorias interessantes até 2002 quando, de fato, me senti ‘aposentado’. Na década de 80 eu fiz pós-graduação na Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP. Fiquei bastante lisonjeado por ter passado e sido convidado a dar aulas nas disciplinas de RH, por dez anos, com uma turma excelente.


Na sua vida particular, foi juiz de regatas:


Dois passos importantes em minha vida: foi aceita minha nomeação como International Judge da International Sailing Federation (ISAF), e fui empossado como membro do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) da Confederação Brasileira de Vela (CBVela).


Dedicou-se à maçonaria:


Sou o ‘Grand Mentor’ do Distrito da América do Sul da United Grand Lodge of England.


Morando em São Paulo, na beira da represa Guarapiranga, junto ao “Clube do Castelo”, gostava de meditar:


“... eu, aqui, no velho Clube do Castelo curtindo meus filhos e netos e bisnetos que aprenderam a velejar, sem motor, sem eletricidade, numa linda paisagem em que não mais do que 5% da população de São Paulo sequer viu o que é essa vida do esporte da vela. Aprenderam e é o que fazem de bom, todo esse tempo, desde que nasceram...”



Turma de 1963

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