Laudo Bernardes

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1963
No Jubileu, 11/2013

Nasceu em 1/3/39, em Pompeia, SP, e criou-se em Marília, SP.

Formou-se em Engenharia Eletrônica em 1963. Foi ativo no CASD (Centro Acadêmico Santos Dumont), onde foi presidente da Comissão de Alimentação, membro do Conselho de Representantes de Turma e membro do Departamento de Ordem e Orientação. Participou da equipe de futebol de salão de sua turma, que foi campeã da Olimpíada Interna.

Depois de formado, trabalhou na Máquinas Bull do Brasil, fabricante francesa de computadores e equipamentos de computação. Como gerente regional da Bull, foi responsável pela implantação técnica da CELEPAR (atualmente Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná), da qual tornou-se gerente técnico de 1966 a 1970. Em seguida, foi implantar o Centro de Serviços Técnicos de Pernambuco (atual ATI -- Agência Estadual de Tecnologia da Informação), da qual foi o superintendente até 1974.

Depois de um período como consultor autônomo, participando de projetos de engenharia na área de recursos hídricos, passou em 1975 a integrar e equipe do governo de Pernambuco, quando foi responsável pela implantação da Entidade Metropolitana do Recife e da Fundação de Desenvolvimento da Região Metropolitana do Recife (FIDEM), da qual foi superintendente. Em 1982 transferiu-se para Brasília, onde passou a exercer atividades de consultoria na área governamental com ênfase no setor educacional, em programas do Ministério da Educação e de governos estaduais e municipais. Em paralelo, atuou como consultor na área de irrigação e recursos hídricos no governo federal.

De 1995 a 1998 atuou no Ministério do Meio Ambiente nas áreas de Recursos Hídricos e Amazônia Legal, como Assessor Especial do Ministro Gustavo Krause até 1997 e como Secretário Executivo do Ministério no ano de 1998.

Em decorrência dessas atividades profissionais, teve oportunidade de tomar conhecimento dos procedimentos e regras adotadas pelos organismos multilaterais de financiamento internacional Banco Mundial e Banco Interamericano, tendo a oportunidade de atuar até 2007 em projetos financiados por esses organismos no Brasil (educação, gestão hídrica, gestão do turismo e transferência condicionada de renda), no México (irrigação), El Salvador (educação e gestão ambiental), Venezuela (gestão hídrica), Cabo Verde (educação e formação profissional), Angola (educação) e Panamá (transferência condicionada de renda).

Voltando à area de educação trabalhou até 2013 para o governo estadual de Alagoas, para o município de Maceió e para o Piauí, Maranhão e Pernambuco. Em 2014 atuou como consultor para a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. A partir de 2015 tem buscado atuação em políticas e estratégias para a educação brasileira.

Desde 1984 mora em Brasília, sua base operacional para as atividades de consultoria, sendo titular da empresa JL Consultores Associados. Tem 4 filhos e 3 netas; seu grande hobby, quando possível, é curtir essas netinhas.

Laudo chama a atenção para o fato de que programas condicionados de transferência de renda (o Bolsa Família aqui no Brasil) são adotados mundialmente com condicionalidade de mudança de estado econômico da família, além das aplicações para a área da saúde e educação. No Brasil, não existe essa condicionalidade, mas o país se destaca pelo número de famílias atendidas, montante alocado anualmente e uso da tecnologia bancária (cartões) para o recebimento dos benefícios. No Chile, uma das experiências pioneiras na área, a condicionalidade envolve o desenvolvimento obrigatório de um projeto de autosustentação econômica da família e um prazo máximo de permanência no benefício. Como resultado dessa política, tem havido uma redução constante do número de beneficiários.

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