Oswaldo Pires

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Depoimentos de colegas

Do Nivaldo (T63):

o Pires trabalhou no PEA (Divisão de Eletrônica do antigo IPD, Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do CTA) na nossa época. Junto com o Affonso e Edmur, de nossa turma, e eu, participou de uma sociedade (PEK) fracassada, que tinha a intenção de projetar e fabricar o Definho. Depois do PEA, trabalhou na Pontes&Moraes (antiga Tecnasa) e, por fim, na Hidroservice.

Lembro uma vez em que eu reclamei que ele estava usando meu banco na bancada do PEA. Como ele negasse, garanti que meu nome estava escrito embaixo, podia conferir. Estava. Ele pediu desculpas. Depois, descobriu que eu tinha escrito o meu nome em todos os banquinhos do laboratório... Ficou muito bravo com essa brincadeira...

Do Santo (T63):

Eu também trabalhei no PEA em 1964 e junto com o Hans (T63) trabalhávamos com o José Ximenes. Em 1965 eu e o Pires fomos trabalhar na CNAE, Comissão Nacional de Atividades Espaciais, extinta em 1971, quando foi criado o INPE, ainda como órgão vinculado ao CNPq. Íamos à CNAE duas vezes por semana fazermos um curso de manutenção de um computador de primeira geração IBM-650, a válvula, e substituir o Fernando Walter (T63) que ia para os Estados Unidos fazer o doutorado. Depois de algum tempo o Pires desistiu; eu fiquei e fui convidado pelo Mendonça a me transferir para o CNAE definitivamente. Não tenho certeza, mas me parece que o Pires era casado com uma joseense. Ele saiu no último ou penúltimo ano de eletrônica e depois formou-se na Escola Politécnica da USP. Quando foi para o PEA ele era recém formado como nós.

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