Sequestro da menina Thabata

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O apartamento 240 foi lacrado pelo “Divisor de Alunos” (na época o Ten. Donizzeti) e o fato foi investigado pela Aeronáutica. O PM que comandou a operação virou “herói” e inclusive é deputado estadual em São Paulo até hoje.
O apartamento 240 foi lacrado pelo “Divisor de Alunos” (na época o Ten. Donizzeti) e o fato foi investigado pela Aeronáutica. O PM que comandou a operação virou “herói” e inclusive é deputado estadual em São Paulo até hoje.
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[[História do ITA de 1981 a 1990]]

Edição de 13h39min de 1 de novembro de 2008

Em 1987, dois iteanos ex-moradores do AP 240, invadiram uma casa em Mogi das Cruzes e pegaram a menina Tábata como refém. A mídia deu muita atenção a isso por um tempo. O Gil Gomes chamava o ITA de Instituto de Treinamento de Assassinos.

A história do que realmente aconteceu permanece um mistério.

Uma das inúmeras versões conta que um dos rapazes se chamava Pascoal Katsumi Ishi, que mexia com contrabando do Paraguai que era muito comum na época por causa da reserva de mercado.

Pascoal vendeu computadores para um professor de natação, casado com a filha do dono da Viação Eroles, de Mogi das Cruzes. Este professor não pagou o combinado.

Pascoal e o sócio dele, o Eiji Ishisaki, também iteano, foram cobrar a dívida. Começou uma discussão e eles acabaram num quarto da casa com a filha do professor de natação como refém. Isso caracterizou o seqüestro, que durou várias horas.

O capitão Conte Lopes, policial militar de São Paulo, metido a exterminador de bandidos, resolveu entrar na história, indo até o local, invadindo a casa e matando os dois, quando eles já estavam se entregando pacificamente.

A versão oficial é que ambos foram mortos porque reagiram à voz de prisão.

O apartamento 240 foi lacrado pelo “Divisor de Alunos” (na época o Ten. Donizzeti) e o fato foi investigado pela Aeronáutica. O PM que comandou a operação virou “herói” e inclusive é deputado estadual em São Paulo até hoje.


História do ITA de 1981 a 1990

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