Sugestões para Melhoria do Reconhecimento Internacional do ITA

De wikITA

Sugestões para Melhorar o Reconhecimento Internacional Acadêmico do ITA

Melhorar a Pós-Graduação no ITA

  • Elevar a classificação da Pós no ITA feita pela CAPES (ver critérios em [1])
  • Atrair mais iteanos para fazer pos-graduacao no ITA;
  • Fazer uma triagem melhor dos alunos;
  • Construir a mesma fama na pos-graduacao que a graduacao tem em relacao a exelencia;
  • Aproximar os professores do ITA e alunos de pos aos iteanos trabalhando no meio academico fora do pais.
  • Levar professores famosos (mais que famosos, eu colocaria: expoentes tecnicos) a lecionarem, digamos, por alguns meses no ITA

Sugestões para Melhorar o Reconhecimento Internacional do ITA entre Empresas

Ou entao pode-se perguntar quais sao as empresas de maior renome mundial em cada um dos setores de ensino do ITA (Aeronáutica, Eletrônica, etc), e tentar assinar acordo com elas para promover estágios, o que seria um bom primeiro passo. Olhem o que a USP fez:

USP São Carlos firma convênio de estágio internacional

Na próxima sexta-feira, 12 de dezembro, a USP (Universidade de São Paulo) de São Carlos vai assinar um convênio com a EADS (European Aeronautic Defence and Space Company) para a realização de estágios nas instalações do grupo na Europa. Os beneficiados serão os alunos do curso de Engenharia Aeronáutica. A solenidade de assinatura será realizada às 14h15 no anfiteatro Jorge Caron, da Escola de Engenharia - Campus I da USP, com a presença do diretor geral da EADS Brasil, Eduardo Marson Ferreira, da diretora da Escola de Engenharia, Profª. Dra. Maria do Carmo Calijuri, e do coordenador da Comissão Organizadora do Curso de Engenharia Aeronáutica da Universidade, professor Fernando Martini Catalano.

Para o diretor-geral da EADS Brasil, o convênio resulta da visita ao Brasil, em outubro, do vice-presidente de Gestão de Executivos e Talentos da EADS, Thorsten Möllmann. Na ocasião, Möllmann conferiu a qualidade da capacitação de técnicos no Brasil. Até 2020, a EADS quer transferir 40% das compras e 20% de sua mão-de-obra para países de fora da Europa, dentre eles o Brasil.

Segundo Catalano, o convênio de estágio a ser firmado é inédito e vai oferecer treinamento não-acadêmico por períodos que variam de seis meses a um ano, abrindo a possibilidade para alunos do 5º ano do curso vivenciarem o cotidiano de uma grande empresa aeronáutica. Depois do estágio, o estudante terá que voltar para finalizar o curso no Brasil.

Ferreira acredita que o convênio se enquadra na estratégia da EADS de estimular o crescimento da atividade industrial no Brasil.


AEITA Europa

Ferramentas pessoais