Trabalho no exterior

De wikITA

A possibilidade de seguir uma carreira internacional significa para muitos profissionais, além de um sonho, a oportunidade de abrir novos caminhos.

O “sim” ou “não” para a proposta quando concretizada, entretanto, pode implicar muito mais do que o simples desejo de engrandecimento profissional, principalmente para aqueles que possuem família constituída.

Nesse caso, segundo especialistas no assunto, é importante considerar desafios como equilibrar o lado profissional com o pessoal, adiar ou apressar planos já estabelecidos e, ainda, pensar na ambientação e na transferência do parceiro e dos filhos.

Temos colegas iteanos em várias partes do mundo: América Latina, Estados Unidos, Canadá, Comunidade Européia, Austrália, Nova Zelândia, etc. Cada país tem a sua legislação própria e você tem que respeitar as leis daquele país.

Trabalho na Austrália e Nova Zelândia

Inicialmente, vale a pena pegar residência permanente nesses paises. Os formulários se encontram na página da Embaixada da Austrália (http://www.brazil.embassy.gov.au). Entretanto, antes de aplicar, veja se você tem pontos suficientes para conseguir a residência permanente.

Além disso, você vai ter que provar que pode trabalhar como engenheiro na Austrália. O processo de reconhecimento de engenheiro se encontra em http://www.engineersaustralia.org.au. Basicamente, você vai ter que demonstrar que tem “aptidões de engenheiro”, mostrando casos em que essas aptidões foram usadas (vários colegas conseguiram demonstrar essas aptidões apenas com o diploma do ITA).

Durante o processo de pedido de residência permanente, você vai ter que fazer exames médicos . Esses exames são feitos por médicos cadastrados pela Embaixada Australiana. Outro requisito é passar no exame do IELTS (que pode ser feito, por exemplo, no Consulado Britânico em Pinheiros, SP capital).

Ter residência não significa que seus problemas estão resolvidos. Você tem que ter a coragem de mudar para um novo país. Não vá sem dinheiro, porque você vai ter que ler jornais e aplicar (sites interessantes: http://www.seek.com.au) para conseguir um emprego. Se você pretende ter um salário maior, é recomendável fazer um mestrado/doutorado em uma universidade australiana (The Australian National University, University of Sydney, University of Melbourne, Macquarie University, University of Western Australia, University of Adelaide). Além disso, se em 4 anos você não for para a Austrália, a sua residência permanente “expira”.

Vive-se bem na Austrália, mas não é fácil alugar casas/apartamentos. O aluguel é muito caro, cerca de 300 dolares/semana. Além disso, os preços de casas e apartamentos são bastante caros, mais de AUD 300 mil. Tente fazer amigos locais e busque maneiras de aperfeiçoar o inglês.

Para se conseguir cidadania australiana, você tem que morar na Austrália por quatro anos consecutivos (cada dia fora do país atrasa o seu pedido de cidadania). Além disso, você tem que passar no “citizenship test”. Cidadania Australiana é essencial para quem quer trabalhar para o governo. O governo brasileiro permite a dupla-cidadania, então você não perde nada se naturalizando australiano.

Quanto à Nova Zelândia, o pedido de residência permanente pode ser facilitado por agentes de imigração. Além disso, esses agentes te arrumam um “emprego inicial”. Não é lá grande coisa, mas ajuda a pagar as contas.


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