Wilson Guerreiro Pinheiro

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Wilson Guerreiro nasceu em Corumbá-MS em 10 de Maio de 1945 e reside na Paraíba desde 1971. Iniciou estudos de teoria musical ainda criança com o próprio pai, músico militar, mas não fez a opção de seguir carreira de músico. Em 1959, muda-se com a família para Campinas-SP, e em 1966 ingressa no ITA.

Engenheiro de Eletrônica pelo ITA (1970), Mestre em Engenharia Elétrica pela Escola Politécnica da UFPB, Campina Grande (1973), Master of Science (M.Sc.) em Eletrônica pela University of Southampton, Inglaterra (1975), e Ph.D. em Eletrônica por essa universidade (1979), atuou como professor do Departamento de Engenharia Elétrica da UFPB no período 1971-1999, sempre dividindo seus interesses entre a área tecnológica, a arte musical e o estudo da língua vernácula, atuando também como instrumentista, compositor e produtor musical, como revisor de livros, teses e dissertações, e como pesquisador em área especializada e membro da equipe de lexicografia e atualização do Dicionário Aurélio.

Teve sólida formação musical em cursos de composição, harmonia e instrumentos, tendo estudado com renomados professores, entre os quais Eli-Eri Moura, Marco César de Oliveira Brito e Liduino Pitombeira.

Sua produção inclui peças para diversas formações camerísticas, orquestra sinfônica e trilhas sonoras para teatro e vídeo. Recebeu o Prêmio de Melhor Música no VI Festival Nacional de Teatro de Guaçuí, Espírito Santo (2005), e no XIII Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga, Ceará (2006), pela trilha sonora, composta em parceria com Marcílio Onofre e Samuel Correia, do monólogo gogoliano Diário de um Louco, dirigido por Jorge Bweres e André Morais.

Em 2006, sua peça Éolos, para quinteto de metais e percussão, foi apresentada pelo Brassil na Segunda Bienal de Música Brasileira Contemporânea de Mato Grosso, Cuiabá-MT.

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